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16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres

10484110_765594613476821_7172657692383642217_n.jpg Mais de 160 países concentram-se com mais força para enfrentar as injustiças que atingem as mulheres no mundo todo. Não por acaso, datas que são cada uma mais densa e simbólica que a outra abrem, ocupam e fecham esses 16 dias.

A que inicia (25 de novembro) é de uma história inspiradora, pelo exemplo de vida. Três irmãs na República Dominicana, as Mirabal (Las Mariposas), pagaram com suas vidas a dedicação à luta política.

O exemplo calou fundo nas mulheres latino-americanas e caribenhas. Reunidas no1º Encontro Feminista Latino-Americano e do Caribe, em Bogotá em 1981, elas alçaram a data do assassinato de Las Mariposas a Dia Latino-Americano e Caribenho de Luta contra a Violência à Mulher. A ONU encampou e aprovou a celebração em 17/12/1999.

Os homens também entraram nessa luta. O 6 de dezembro marca essa decisão. A data originou-se em 1989, quando o canadense Marc Lepine assassinou 14 mulheres em uma sala de aula em Montreal. Ele não suportava que elas cursassem engenharia, tradicionalmente voltada ao mundo masculino.

Um grupo de homens respondeu decidindo combater esse tipo de violência. Criaram a Campanha do Laço Branco: Homens pelo Fim da Violência contra a Mulher. Em 2007, instituiu-se a data como Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres.

Os 16 dias são encerrados em 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos. É quando a ONU adotou a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Nada mais simbólico e forte do que deixar claro: a luta, o clamor e a esperança das mulheres são por direitos que, mais do que serem de gênero, são direitos humanos. Os quais têm de ser respeitados por toda a sociedade.


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